movo-me rapidamente
por entre as filas de trânsito
a tua voz a sussura-me ao ouvido
sinto-te presente mas distante
sinto-te distante mas presente
olho em redor.
uma multidão de luzes magnéticas
ofuscam estática do outrora vigente
no amanhã dos dias de outrora.
persegues-me até aos confins.
até ao confim dos sonhos.
e até ao sonho dos confins.
irradias luz na escuridão.
e na escuridão irradias luz
brisas suaves do fervilhar de outrora
das ideias do calor das emoções dos sentimentos
do amor que sinto por ti mas não compreendes
o pulso dispara
o suor escorre
a temperatura sobe
amo-te perdidamente.
sábado, 11 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
10/9/10 - 4
por entre o deserto
que sinto em mim mesmo
quando não estou contigo,
caminho em direcção a ti
aproximo-me de ti, estás distante,
mas cada vez mais próxima.
procuro-te pela imensidão dos dias
o amor que sinto por ti,
cuja natureza não compreendes
apodera-se freneticamente de mim.
levando o meu coração para junto do teu.
o despertar dos sentidos emerge
por entre o tic tac de relogios
e de uma trovoada emergente
a chuva cai de repente sobre mim
o céu torna-se negro e trovões e clarões disparo.
de repente acordo de um sonho,
da presença da ausência
e ausência da presença.
do amar do sentir
e do sentir do amar.
das palavras dos dias das noites
da imensidão do tempo que dispara freneticamente
caminhando-te eu até ti
num gesto cego
desprovido
da imensidão da certeza
do quanto desejo estar contigo
e contigo desejo estar
caminhando até ti
e até ti caminhando
por entre o deserto
por entre os céus voando,
por entre os mares remando
remando contra a corrente e contra tudo
contra tudo e todos
a certeza
a incerteza
do amor
do amar
do sentir
palpitações frenéticas
voando a grande velocidade
por entre o despertar do tempo.
que sinto em mim mesmo
quando não estou contigo,
caminho em direcção a ti
aproximo-me de ti, estás distante,
mas cada vez mais próxima.
procuro-te pela imensidão dos dias
o amor que sinto por ti,
cuja natureza não compreendes
apodera-se freneticamente de mim.
levando o meu coração para junto do teu.
o despertar dos sentidos emerge
por entre o tic tac de relogios
e de uma trovoada emergente
a chuva cai de repente sobre mim
o céu torna-se negro e trovões e clarões disparo.
de repente acordo de um sonho,
da presença da ausência
e ausência da presença.
do amar do sentir
e do sentir do amar.
das palavras dos dias das noites
da imensidão do tempo que dispara freneticamente
caminhando-te eu até ti
num gesto cego
desprovido
da imensidão da certeza
do quanto desejo estar contigo
e contigo desejo estar
caminhando até ti
e até ti caminhando
por entre o deserto
por entre os céus voando,
por entre os mares remando
remando contra a corrente e contra tudo
contra tudo e todos
a certeza
a incerteza
do amor
do amar
do sentir
palpitações frenéticas
voando a grande velocidade
por entre o despertar do tempo.
10/9/10 - 3
clarões cintilantes
surgem de um céu estrelado
onde auroras de da memória
de um amanhã que não existe
convergem no sonho do passado
vejo-te por entre o nevoeiro
sinto-te a a meu lado
sinto o nevoeiro, vejo-o,
e vejo-te distante
num despartar da memória do amanhã
e dos sonhos do passado
sinto o presente.
eu aqui,
tu distante.
juntos,
separados.
pelo espaço,
pelo tempo,
pela memória.
a estática da metafísica
emerge na alquimia do amor.
alquimia do amor,
da vida da distância e do mar,
dos céus do horizonte.
o amanhã que existe na minha memória
e os sonhos que perduram no passado
caminham cintilantemente,
comigo, contigo, conosco
com a Humanidade
a paixão irradia emoções
as emoções propagam sentimentos
que nos conduzem pelo pulsar das constelações,
do nevoeiro, da poeira cósmica.
perto do sol, junto ao calor e à luz,
longe deste na imensidão da galáxia,
com graus negativos.
a imensidão do amor
do finito do infinito
propaga sentimentos pelo amanhã que
existe em meu coração.
e existe no teu, se deixares.
pulsares do amor
das constelações
das estralas
dos cometas.
paixão radiante
deltamente aproximo-me de ti
num gesto frenético.
de quem te quer ver
e sonha em estar contigo.
mas tem-te presente
nas memórias,
nos sonhos.
na imensidão do tempo,
da distância
do mar,
do finito do infinito
do universo,
da existência.
sonho contigo noite e dia.
acordado, a dormir.
tenho-te no meu corpo,
na minha memória
quando não estás presente e
estás distante.
o teu nome escrito nas estrelas
faz-me contemplar-te.
num banco de um jardim
por entre as luzes frenéticas
dos candeeiros,
da brisa da cidade.
és o sol que irradia o meu coração
noite e dia.
quando estás presente e ausente
para hoje e sempre.
surgem de um céu estrelado
onde auroras de da memória
de um amanhã que não existe
convergem no sonho do passado
vejo-te por entre o nevoeiro
sinto-te a a meu lado
sinto o nevoeiro, vejo-o,
e vejo-te distante
num despartar da memória do amanhã
e dos sonhos do passado
sinto o presente.
eu aqui,
tu distante.
juntos,
separados.
pelo espaço,
pelo tempo,
pela memória.
a estática da metafísica
emerge na alquimia do amor.
alquimia do amor,
da vida da distância e do mar,
dos céus do horizonte.
o amanhã que existe na minha memória
e os sonhos que perduram no passado
caminham cintilantemente,
comigo, contigo, conosco
com a Humanidade
a paixão irradia emoções
as emoções propagam sentimentos
que nos conduzem pelo pulsar das constelações,
do nevoeiro, da poeira cósmica.
perto do sol, junto ao calor e à luz,
longe deste na imensidão da galáxia,
com graus negativos.
a imensidão do amor
do finito do infinito
propaga sentimentos pelo amanhã que
existe em meu coração.
e existe no teu, se deixares.
pulsares do amor
das constelações
das estralas
dos cometas.
paixão radiante
deltamente aproximo-me de ti
num gesto frenético.
de quem te quer ver
e sonha em estar contigo.
mas tem-te presente
nas memórias,
nos sonhos.
na imensidão do tempo,
da distância
do mar,
do finito do infinito
do universo,
da existência.
sonho contigo noite e dia.
acordado, a dormir.
tenho-te no meu corpo,
na minha memória
quando não estás presente e
estás distante.
o teu nome escrito nas estrelas
faz-me contemplar-te.
num banco de um jardim
por entre as luzes frenéticas
dos candeeiros,
da brisa da cidade.
és o sol que irradia o meu coração
noite e dia.
quando estás presente e ausente
para hoje e sempre.
10/9/10 - 2
o encadear de apontamentos
de memórias, de sonhos
desperta clarões
paisagens urbanas
repetem-se ao sabor da mente
que vive fechada no quarto.
a tua luz desperta em mim
a serenidade, a calma, a imensidão.
a imensidão do tempo
da memória
dos dias do passado, e do presença do amanha.
no tempo do agora.
fechado na minha mente construo e descontruo sensações
clarões vigentes da memória,
dos apontamentos dos sonhos
das paisajes urbanas que se repetem na minha mente
do modo como iluminaste e iluminas essas memórias
dos dias do passado, e da presença do amanhça
do tempo do agora.
construo, descontruo, altero o sentido, construindo o sentido.
arpejos desmedidos,
ritmos quebrados
ao sabor das sensações,
encadeiam memórias vigentes
nos dias do prazer do agora
do outrora que fora e que será.
do sonhos do passado e da memória do amanhã
que connosco cammina pela imensidão dos dias,
da vida, do tempo, da memória.
da memoria que constrói e desconstrói o sentido do tempo.
mas o amor é imutável.
amadurece talvez
platónica dialectica e sincronicamente
como quem não quer a coisa.
vibrações soaves despertar
o respirar nos dias presentes do amanhã do outrora e do agora.
ao sabor das sensações,
dos clarões vigentes da memória
dos apontamentos dos sonhos
do passado e da memória do amanhã
que connosco caminha pela imensidão dos dias.
vejo pressinto e recordó paisajes urbanas
passeios à beira douro, por entre a baixa, pela cidade.
pelo presente cintilante dos dias vigentes.
o teu olhar por entre o nevoeiro
faz-me sentir palpitações
palpitações do sentir do amar
e do amar do sentir
do bater do coração batendo o coração
a imensidão do sonho
o sonho da memória.
a memória do sonho
o sonho do sonho
a memória da memória
do finito do infinito
.
juntam-se a nós por entre os dias crescentes do passado que foi e do futuro que será
por agora resta-nos o presente.
a memória, a distância
e o presente diambulando por entre os dias vigentes do amanhã.
a imensidão do amor,
do amar do sentir.
e do sentir do amar.
sinto-te, tocando a imensidão das memórias dos anos.
do modo como me senti quando te vi pela primeira vez.
e pela dimensão que a imensidão do amor, ganhou ao longo dos anos, do tempo.
da mutação e da transmutação de nós mesmos.
sinto que te amo cada vez mais
e a distancia nao consegue quebrar nada
antes pelo contrário, intensifica tudo.
não tanto como a tu presença,
mas intensifica.
pot entre a madrugada do amanhã
presente no clarão da lua cheia,
pressinto-te, pressentindo-me
amo-te incessevelmente
desejo-te cada vez mais
e não te consigo esquecer
obcessão?
jamais
amor?
concerteza.
imutável, mutável, transitável,
incandescente.
ilumina a minha vida
com as memórias dos dias
ecoando ao sabor da mente
que mente como quem sente
e sente como quem mente.
amo-te incansavelmente
sonho contigo
desejo-te a cada instante.
pressinto o amor
a distancia
a certeza da incerteza
dos dias vigentes no outrora
do presente do amanhã
do amanhã que foi e que será.
pela imensidão dos dias.
pelos dias da imensidão.
amo-te
amo-te
amo-te
sonho contigo
sonho contigo
sonho contigo
sonho contigo
sonho contigo
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
de memórias, de sonhos
desperta clarões
paisagens urbanas
repetem-se ao sabor da mente
que vive fechada no quarto.
a tua luz desperta em mim
a serenidade, a calma, a imensidão.
a imensidão do tempo
da memória
dos dias do passado, e do presença do amanha.
no tempo do agora.
fechado na minha mente construo e descontruo sensações
clarões vigentes da memória,
dos apontamentos dos sonhos
das paisajes urbanas que se repetem na minha mente
do modo como iluminaste e iluminas essas memórias
dos dias do passado, e da presença do amanhça
do tempo do agora.
construo, descontruo, altero o sentido, construindo o sentido.
arpejos desmedidos,
ritmos quebrados
ao sabor das sensações,
encadeiam memórias vigentes
nos dias do prazer do agora
do outrora que fora e que será.
do sonhos do passado e da memória do amanhã
que connosco cammina pela imensidão dos dias,
da vida, do tempo, da memória.
da memoria que constrói e desconstrói o sentido do tempo.
mas o amor é imutável.
amadurece talvez
platónica dialectica e sincronicamente
como quem não quer a coisa.
vibrações soaves despertar
o respirar nos dias presentes do amanhã do outrora e do agora.
ao sabor das sensações,
dos clarões vigentes da memória
dos apontamentos dos sonhos
do passado e da memória do amanhã
que connosco caminha pela imensidão dos dias.
vejo pressinto e recordó paisajes urbanas
passeios à beira douro, por entre a baixa, pela cidade.
pelo presente cintilante dos dias vigentes.
o teu olhar por entre o nevoeiro
faz-me sentir palpitações
palpitações do sentir do amar
e do amar do sentir
do bater do coração batendo o coração
a imensidão do sonho
o sonho da memória.
a memória do sonho
o sonho do sonho
a memória da memória
do finito do infinito
.
juntam-se a nós por entre os dias crescentes do passado que foi e do futuro que será
por agora resta-nos o presente.
a memória, a distância
e o presente diambulando por entre os dias vigentes do amanhã.
a imensidão do amor,
do amar do sentir.
e do sentir do amar.
sinto-te, tocando a imensidão das memórias dos anos.
do modo como me senti quando te vi pela primeira vez.
e pela dimensão que a imensidão do amor, ganhou ao longo dos anos, do tempo.
da mutação e da transmutação de nós mesmos.
sinto que te amo cada vez mais
e a distancia nao consegue quebrar nada
antes pelo contrário, intensifica tudo.
não tanto como a tu presença,
mas intensifica.
pot entre a madrugada do amanhã
presente no clarão da lua cheia,
pressinto-te, pressentindo-me
amo-te incessevelmente
desejo-te cada vez mais
e não te consigo esquecer
obcessão?
jamais
amor?
concerteza.
imutável, mutável, transitável,
incandescente.
ilumina a minha vida
com as memórias dos dias
ecoando ao sabor da mente
que mente como quem sente
e sente como quem mente.
amo-te incansavelmente
sonho contigo
desejo-te a cada instante.
pressinto o amor
a distancia
a certeza da incerteza
dos dias vigentes no outrora
do presente do amanhã
do amanhã que foi e que será.
pela imensidão dos dias.
pelos dias da imensidão.
amo-te
amo-te
amo-te
sonho contigo
sonho contigo
sonho contigo
sonho contigo
sonho contigo
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
desejo-te cada vez mais
10/9/10 - 1
clarões cintilantes
surgem de um céu estrelado
onde auroras de da memória
de um amanhã que não existe
convergem no sonho do passado
vejo-te por entre o nevoeiro
sinto-te a a meu lado
sinto o nevoeiro, vejo-o,
e vejo-te distante
num despartar da memória do amanhã
e dos sonhos do passado
sinto o presente.
eu aqui,
tu distante.
juntos,
separados.
pelo espaço,
pelo tempo,
pela memória.
a estática da metafísica
emerge na alquimia do amor.
alquimia do amor,
da vida da distância e do mar,
dos céus do horizonte.
o amanhã que existe na minha memória
e os sonhos que perduram no passado
caminham cintilantemente,
comigo, contigo, conosco
com a Humanidade
a paixão irradia emoções
as emoções propagam sentimentos
que nos conduzem pelo pulsar das constelações,
do nevoeiro, da poeira cósmica.
perto do sol, junto ao calor e à luz,
longe deste na imensidão da galáxia,
com graus negativos.
a imensidão do amor
do finito do infinito
propaga sentimentos pelo amanhã que
existe em meu coração.
e existe no teu, se deixares.
pulsares do amor
das constelações
das estralas
dos cometas.
paixão radiante
deltamente aproximo-me de ti
num gesto frenético.
de quem te quer ver
e sonha em estar contigo.
mas tem-te presente
nas memórias,
nos sonhos.
na imensidão do tempo,
da distância
do mar,
do finito do infinito
do universo,
da existência.
sonho contigo noite e dia.
acordado, a dormir.
tenho-te no meu corpo,
na minha memória
quando não estás presente e
estás distante.
o teu nome escrito nas estrelas
faz-me contemplar-te.
num banco de um jardim
por entre as luzes frenéticas
dos candeeiros,
da brisa da cidade.
és o sol que irradia o meu coração
noite e dia.
quando estás presente e ausente
para hoje e sempre.
surgem de um céu estrelado
onde auroras de da memória
de um amanhã que não existe
convergem no sonho do passado
vejo-te por entre o nevoeiro
sinto-te a a meu lado
sinto o nevoeiro, vejo-o,
e vejo-te distante
num despartar da memória do amanhã
e dos sonhos do passado
sinto o presente.
eu aqui,
tu distante.
juntos,
separados.
pelo espaço,
pelo tempo,
pela memória.
a estática da metafísica
emerge na alquimia do amor.
alquimia do amor,
da vida da distância e do mar,
dos céus do horizonte.
o amanhã que existe na minha memória
e os sonhos que perduram no passado
caminham cintilantemente,
comigo, contigo, conosco
com a Humanidade
a paixão irradia emoções
as emoções propagam sentimentos
que nos conduzem pelo pulsar das constelações,
do nevoeiro, da poeira cósmica.
perto do sol, junto ao calor e à luz,
longe deste na imensidão da galáxia,
com graus negativos.
a imensidão do amor
do finito do infinito
propaga sentimentos pelo amanhã que
existe em meu coração.
e existe no teu, se deixares.
pulsares do amor
das constelações
das estralas
dos cometas.
paixão radiante
deltamente aproximo-me de ti
num gesto frenético.
de quem te quer ver
e sonha em estar contigo.
mas tem-te presente
nas memórias,
nos sonhos.
na imensidão do tempo,
da distância
do mar,
do finito do infinito
do universo,
da existência.
sonho contigo noite e dia.
acordado, a dormir.
tenho-te no meu corpo,
na minha memória
quando não estás presente e
estás distante.
o teu nome escrito nas estrelas
faz-me contemplar-te.
num banco de um jardim
por entre as luzes frenéticas
dos candeeiros,
da brisa da cidade.
és o sol que irradia o meu coração
noite e dia.
quando estás presente e ausente
para hoje e sempre.
ode ao amor
ela está ausente
ela está ausente
e o coração sente.
sente batendo
e batendo sente.
batendo sente
e sentindo bate,
bate batendo
e sentido sente.
o o amor,
a distânica.
perpetuam-se pela imensidão dos dias.
numa tarde de verão.
do verão que não é outono
e do outono que não é verão
do verão com sol
e do verão sem sol
do outono sem nuvens e vento
e do outono com nuvens e vento.
as folhas movem-se ao sabor do vento
que batendo sente
e sente mentindo
bate batendo
e sentindo sente
que bate batendo.
o teu nome escrito na margem das ruas,
ecoando pelo expoente da cidade.
da cidade da minha mente
que não mente a mim mesmo
porque o coração bate incandescentemente
porque incandescentemente o coração bate batendo,
sentido, amando.
amando até ao fim dos dias.
até ao finito do infinito do infinitésimo.
o teu nome perpetua-se
a tua aura irradia.
e sente
mente
finge
diz a verdade
magoando às vezes sentindo,
dizendo a saudade
o quanto te amo
o quanto ausente estás
o quanto ausente vais estar.
o quanto vou pensar em ti.
e em ti vou pensar.
bate batendo,
sentido que bate
e batendo sentido.
a métrica desconsctroi o sentido.
e o sentido desconstroi a métrica
da alquimia do amor
da imensidão do que sinto por ti.
e do vazio que sinto quando não estou contigo.
porque o amor
mata
cega
e dilacera
porque o amor
revitaliza
mostra-nos o caminho
e cura as fridas
as fridas da saudade do tempo
e do tempo da saudade
da imensidão do vazio da loucura do expoente
do expoente do amar,
do expoente do sentir,
do expoente do bater do coração.
às vezes pressinto
mais do que sinto.
omito por vezes.
tudo, nada,
enfim, memórias do tempo sem fim.
por ti choro
enaltaço
rancores do amar
dando à imensidão dos dias
imutáveis tic-tacs congelados
do tempo que muta-se transmutando-se
amando
mentindo
em mares de emoções que
nada são à beira de
tanto, tanto que sinto por ti,
emocionando-me, em direcção ao expoente do finito do infinito
sabes bem que é verdade, ou finges que não sabes, o quanto te
amo
recordo
amando
rio-me da
imensidão do
tempo que insignificante é à beira do quanto te
amo
dúvida, incerteza?
amor, concerteza.
sei o quando te amo
impreterivelmente, imutavelmente, imutavelmente talvez
lembro-te a cada dia
vendo-te
amando-te, no interior do meu coração
basicamente
rio-me do
amor, apesar deste
nada se comparar à imensidão
de tudo o que sinto por ti
ãmo-te, amo-te, amo-te, sara.
ofuscatamente, pela certeza da imensidão do amor, que durou à imensidão do tempo.
mais do que tudo na vida
amo-te perdidamente sara rita da silva brandão machado
certamente, podes ter a certeza, pelas iniciais dêstes versos que passaram e por tudo o que
há-de vir
amo-te perdidamente sara rita da silva brandão machado. pode ser que algum
dia dês valor a este livro da imensidão do amor que sinto por ti.
ou talvez não.
por agora o momento presente ecoa os dias vigentes.
os dias em que não te vou ter.
em que vou escrever, tocar, compor, fotografar, pintar,
tudo o que sentido por ti.
cristalizar talvez.
talvez um dia isto morra, por mim não morre.
morre se tu deixares.
mas se morrer quero que tenhas bem presente o quanto importantes és, foste,
e serás (pelo passado e pelo presente que agora sente, sinto, sentido, batendo o coração).
castelo branco, quarta oito de setembro de 2010 - 0:39.
ela está ausente
e o coração sente.
sente batendo
e batendo sente.
batendo sente
e sentindo bate,
bate batendo
e sentido sente.
o o amor,
a distânica.
perpetuam-se pela imensidão dos dias.
numa tarde de verão.
do verão que não é outono
e do outono que não é verão
do verão com sol
e do verão sem sol
do outono sem nuvens e vento
e do outono com nuvens e vento.
as folhas movem-se ao sabor do vento
que batendo sente
e sente mentindo
bate batendo
e sentindo sente
que bate batendo.
o teu nome escrito na margem das ruas,
ecoando pelo expoente da cidade.
da cidade da minha mente
que não mente a mim mesmo
porque o coração bate incandescentemente
porque incandescentemente o coração bate batendo,
sentido, amando.
amando até ao fim dos dias.
até ao finito do infinito do infinitésimo.
o teu nome perpetua-se
a tua aura irradia.
e sente
mente
finge
diz a verdade
magoando às vezes sentindo,
dizendo a saudade
o quanto te amo
o quanto ausente estás
o quanto ausente vais estar.
o quanto vou pensar em ti.
e em ti vou pensar.
bate batendo,
sentido que bate
e batendo sentido.
a métrica desconsctroi o sentido.
e o sentido desconstroi a métrica
da alquimia do amor
da imensidão do que sinto por ti.
e do vazio que sinto quando não estou contigo.
porque o amor
mata
cega
e dilacera
porque o amor
revitaliza
mostra-nos o caminho
e cura as fridas
as fridas da saudade do tempo
e do tempo da saudade
da imensidão do vazio da loucura do expoente
do expoente do amar,
do expoente do sentir,
do expoente do bater do coração.
às vezes pressinto
mais do que sinto.
omito por vezes.
tudo, nada,
enfim, memórias do tempo sem fim.
por ti choro
enaltaço
rancores do amar
dando à imensidão dos dias
imutáveis tic-tacs congelados
do tempo que muta-se transmutando-se
amando
mentindo
em mares de emoções que
nada são à beira de
tanto, tanto que sinto por ti,
emocionando-me, em direcção ao expoente do finito do infinito
sabes bem que é verdade, ou finges que não sabes, o quanto te
amo
recordo
amando
rio-me da
imensidão do
tempo que insignificante é à beira do quanto te
amo
dúvida, incerteza?
amor, concerteza.
sei o quando te amo
impreterivelmente, imutavelmente, imutavelmente talvez
lembro-te a cada dia
vendo-te
amando-te, no interior do meu coração
basicamente
rio-me do
amor, apesar deste
nada se comparar à imensidão
de tudo o que sinto por ti
ãmo-te, amo-te, amo-te, sara.
ofuscatamente, pela certeza da imensidão do amor, que durou à imensidão do tempo.
mais do que tudo na vida
amo-te perdidamente sara rita da silva brandão machado
certamente, podes ter a certeza, pelas iniciais dêstes versos que passaram e por tudo o que
há-de vir
amo-te perdidamente sara rita da silva brandão machado. pode ser que algum
dia dês valor a este livro da imensidão do amor que sinto por ti.
ou talvez não.
por agora o momento presente ecoa os dias vigentes.
os dias em que não te vou ter.
em que vou escrever, tocar, compor, fotografar, pintar,
tudo o que sentido por ti.
cristalizar talvez.
talvez um dia isto morra, por mim não morre.
morre se tu deixares.
mas se morrer quero que tenhas bem presente o quanto importantes és, foste,
e serás (pelo passado e pelo presente que agora sente, sinto, sentido, batendo o coração).
castelo branco, quarta oito de setembro de 2010 - 0:39.
8/9/10
Hoje estava numa galeria. Uma galeria no interior de mim mesmo. Paredes pálidas, brancas como o cal, ecoavam luzes cintilantes dos projectores montados ao correr das paredes, do tecto. Num gesto cego, aproximo-me de uma sala.
- "Uma sala que se encontrava vazia." - pensei eu inicialmente, incrédulo, para comigo mesmo.
Até que num impasse focalizei toda a minha concentração, toda a minha energia num ponto específico da sala. E vislumbrei uma partícula, um átomo. Um átomo é vislumbrado por mim, e vislumbra-me.
- "Persegues-me?" - perguntei ao átomo.
Sensações familiares,
palpitações frenéticas,
o bater do coração incendia,
chamas vigentes
do expoente do poente
do poente do expoente.
do expoente do expoente
e de poente do poente.
do finito do infinito
do infinito do finito.
do finito do finito
e do infinito do infinito.
Pareceu-me de repente sentir a tua presença. A presença de um espectro. Daquilo que és foste e será na minha memória. Porque o passado já foi e o futuro virá. Resta-nos o presente, a sede procura, da procura de sede, pela perfeição que não existe. Ou talvez exista, utopicamente.
E neste gesto frenético toco o átomo e deixo-me levar. O meu corpo deixa-se levar até ti. Que não estás presente no meu quarto onde me encontro a escrever este texto, sem saber muito bem aonde quero chegar. Porque vida é feita de certezas e incertezas. Podemos traçar um rumo mas a imprevisibilidade está-nos sempre a surpreender. E quando nos surpreende somos por vezes somos obrigados a agir com espontaneidade e forçados a mudar de rumo.
E ao deixar-me levar pelo átomo sinto-me, de repente, espontânea e deliberadamente emergido. Emergido numa paisagem que mais me parecia saída de um quadro impressionista. E que me sugeria imediatamente o prelúdio à cesta de um fauno de claude debussy. O solo de flauta inicial ouve-se de repente. Aqueles primeiro compassos caminhavam transformando-se e transmutando-se em nuvens sonoras que mais pareciam ter saído de um casamento de metastasis de inanis xenakis com o preludio de debussy. Não que fosse necessariamente denso, carregado e pesado.
E de repente uma paisagem etérea irradia o sol. Nuvens cinzentas carregadas cobrem o sol. Tu estás presente, mas ausente. Em budapeste talvez. E talvez a paisagem onde estou tenha sido pintada algures na Hungria, ou talvez não. Por agora acredito que sim, com uma incerteza evidente.Tons de verde, cinzento e castanho fundem-se na vegetação, Casas fundem-se com a floresta. Um cisne encontra-se no meio de um rio, em redor de canoas. Crianças brincam com os pais na margem do rio. Sinos de uma catedral gótica acompanham as nuvens da flauta.
E nisto sinto-me cada vez mais próximo de ti. E encontro-te algures. Em fracções de segundo movo-me ao sabor do vento até ti. E encontro-te. Ali te encontravas. Á minha frente. E eu distante a viver um sonho. Um sonho do momento presente. Do sofrimento da ausência. E da ausência do sofrimento. Do sofrimento do sofrimento. E da ausência da ausência. Num instante toco-te, sinto-te, abraço-te, mas tu não sentes. Porque eu sou um espectro que voa pelo ar. E de repente o vento intensifica-se. Uma brisa suave, dá lugar a um vento que sugere um outono tardio.
E sou levado para longe de ti. Volto à galeria do interior de mim mesmo. De repente as luzes intensificam-se cegando-me completamente. De repente volto a ver. E estou por mim deitado na minha cama em frente ao computador. mal apoiado numa almofada. Com umas dores de pescoço horríveis.
E acordo dum sonho
E de um sonho desperto.
Dou por mim distante de ti.
Mas sinto-te em mim.
E em mim te sinto.
Porque estás comigo no meu corpo,
na minha memória.
Na presença,
na ausência.
Amo-te perdidamente sara rita da silva brandão machado.
Tenho saudades de ti. A saudade intensifica-se. Mas estás presente em mim mesmo.
Porque enquanto o amor não morre resiste ao tempo e à distãncia
Ao poente do expoente
e ao expoente do poente
Ao poente do poente
e aos expoente do expoente.
Ao finito do infinito
E ao infinito do finito
Ao finito do finito
E ao infinito do infinito
- "Uma sala que se encontrava vazia." - pensei eu inicialmente, incrédulo, para comigo mesmo.
Até que num impasse focalizei toda a minha concentração, toda a minha energia num ponto específico da sala. E vislumbrei uma partícula, um átomo. Um átomo é vislumbrado por mim, e vislumbra-me.
- "Persegues-me?" - perguntei ao átomo.
Sensações familiares,
palpitações frenéticas,
o bater do coração incendia,
chamas vigentes
do expoente do poente
do poente do expoente.
do expoente do expoente
e de poente do poente.
do finito do infinito
do infinito do finito.
do finito do finito
e do infinito do infinito.
Pareceu-me de repente sentir a tua presença. A presença de um espectro. Daquilo que és foste e será na minha memória. Porque o passado já foi e o futuro virá. Resta-nos o presente, a sede procura, da procura de sede, pela perfeição que não existe. Ou talvez exista, utopicamente.
E neste gesto frenético toco o átomo e deixo-me levar. O meu corpo deixa-se levar até ti. Que não estás presente no meu quarto onde me encontro a escrever este texto, sem saber muito bem aonde quero chegar. Porque vida é feita de certezas e incertezas. Podemos traçar um rumo mas a imprevisibilidade está-nos sempre a surpreender. E quando nos surpreende somos por vezes somos obrigados a agir com espontaneidade e forçados a mudar de rumo.
E ao deixar-me levar pelo átomo sinto-me, de repente, espontânea e deliberadamente emergido. Emergido numa paisagem que mais me parecia saída de um quadro impressionista. E que me sugeria imediatamente o prelúdio à cesta de um fauno de claude debussy. O solo de flauta inicial ouve-se de repente. Aqueles primeiro compassos caminhavam transformando-se e transmutando-se em nuvens sonoras que mais pareciam ter saído de um casamento de metastasis de inanis xenakis com o preludio de debussy. Não que fosse necessariamente denso, carregado e pesado.
E de repente uma paisagem etérea irradia o sol. Nuvens cinzentas carregadas cobrem o sol. Tu estás presente, mas ausente. Em budapeste talvez. E talvez a paisagem onde estou tenha sido pintada algures na Hungria, ou talvez não. Por agora acredito que sim, com uma incerteza evidente.Tons de verde, cinzento e castanho fundem-se na vegetação, Casas fundem-se com a floresta. Um cisne encontra-se no meio de um rio, em redor de canoas. Crianças brincam com os pais na margem do rio. Sinos de uma catedral gótica acompanham as nuvens da flauta.
E nisto sinto-me cada vez mais próximo de ti. E encontro-te algures. Em fracções de segundo movo-me ao sabor do vento até ti. E encontro-te. Ali te encontravas. Á minha frente. E eu distante a viver um sonho. Um sonho do momento presente. Do sofrimento da ausência. E da ausência do sofrimento. Do sofrimento do sofrimento. E da ausência da ausência. Num instante toco-te, sinto-te, abraço-te, mas tu não sentes. Porque eu sou um espectro que voa pelo ar. E de repente o vento intensifica-se. Uma brisa suave, dá lugar a um vento que sugere um outono tardio.
E sou levado para longe de ti. Volto à galeria do interior de mim mesmo. De repente as luzes intensificam-se cegando-me completamente. De repente volto a ver. E estou por mim deitado na minha cama em frente ao computador. mal apoiado numa almofada. Com umas dores de pescoço horríveis.
E acordo dum sonho
E de um sonho desperto.
Dou por mim distante de ti.
Mas sinto-te em mim.
E em mim te sinto.
Porque estás comigo no meu corpo,
na minha memória.
Na presença,
na ausência.
Amo-te perdidamente sara rita da silva brandão machado.
Tenho saudades de ti. A saudade intensifica-se. Mas estás presente em mim mesmo.
Porque enquanto o amor não morre resiste ao tempo e à distãncia
Ao poente do expoente
e ao expoente do poente
Ao poente do poente
e aos expoente do expoente.
Ao finito do infinito
E ao infinito do finito
Ao finito do finito
E ao infinito do infinito
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